Doença inflamatória e crônica, provocada pela aceleração da renovação das células da epiderme, causando espessamento da pele. Atinge 1 a 3% da população mundial, tanto homens como mulheres. Nas crianças, a psoríase ocorre geralmente entre os 10 e 12 anos.

A psoríase não é contagiosa, mas devido à sua aparência, pode ter impacto na autoestima e na imagem corporal, comprometendo a qualidade de vida do paciente e necessitando acompanhamento psicológico.

Sua causa ainda é desconhecida, mas sabe-se que fatores genéticos, imunológicos e externos, como o estresse, estão associados à sua manifestação. Caracteriza-se pelo aparecimento de manchas vermelhas e espessas com descamações esbranquiçadas, que aparecem e reaparecem em intervalos regulares. Geralmente se distribuem de forma simétrica, principalmente nos dois cotovelos, nos dois joelhos, mas podem se manifestar também na palma das mãos, na planta dos pés e no couro cabeludo. Nas unhas, além do espessamento, há minúsculas depressões formando a chamada “unha em dedal”.

Porque pode ser confundida com outras doenças, aos primeiros sintomas, deve-se consultar um especialista, pois quanto mais cedo iniciar o tratamento, melhor. Ainda não existe cura definitiva para a psoríase, mas as terapêuticas hoje podem aliviar os sintomas e controlar a doença.

Para casos mais leves, recomenda-se a hidratação da pele, medicamentos tópicos nas lesões e exposição controlada ao sol, que costumam ser suficientes para melhorar o quadro. Também indicada, a Puvaterapia, combina medicamentos que aumentam a sensibilidade da pele à luz com a exposição à luz ultravioleta A.

Nos casos graves, são usados medicamentos via oral ou injetáveis, sempre sob orientação de médico especializado.

Outra terapêutica é a aplicação do B-Clear, capaz de tratar áreas como joelhos, cotovelos e couro cabeludo. Esse procedimento diminui a vermelhidão e o espessamento da pele, trazendo benefícios também para a autoestima e qualidade de vida dos pacientes.